Quem sou eu
- Luana Molina
- Me chamo Luana Molina, sou professora de História e Filosofia nas redes públicas e privadas da cidade de Londrina e Cambé. Sou graduada em História, Especialista em Psicologia Aplicada à Educação, Mestre em História Social na linha de pesquisa em História e Ensino e Doutoranda no Programa de Educação; Desenvolvo pesquisas na área de Diversidade Sexual e Educação Sexual e palestrante e consultora desta mesma temática para jovens/adolescentes, pais e escolas.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Como se faz uma cirurgia de mudança de sexo?
Bem legal! Acessem a revista Super Interessante:
http://super.abril.com.br/multimidia/como-se-faz-cirurgia-mudanca-sexo-616014.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Livro: Histórias Intimas
O livro Histórias Íntimas, de Mary Del Priore, mostra como a sexualidade e a noção de intimidade foram mudando ao longo do tempo, influenciadas por questões políticas, econômicas e culturais, e passaram de um assunto a ser evitado a todo custo para um dos mais comentados nos dias de hoje.
O livro foi lançado em 2011 e conta com 256 páginas
O livro foi lançado em 2011 e conta com 256 páginas
Ao ler, você vai conferir:
* Em 1566, é dicionarizada na França, pela primeira vez, a palavra erótico. Designava, então, “o que tiver relação com o amor ou proceder dele”. Na pintura, o humanismo colocava o homem no centro do mundo – e não mais Deus -, descobrindo -se os corpos e o nu.
* Ao desembarcar na então chamada Terra de Santa Cruz, os recém-chegados portugueses se impressionaram com a beleza de nossas índias: pardas, bem dispostas, “suas vergonhas tão nuas e com tanta inocência assim descobertas, que não havia nisso desvergonha alguma”.
* No início da colonização brasileira, as mulheres tinham de se enfear e os homens precisavam dormir de lado, nunca de costas, porque “a concentração de calor na região lombar” excitava os órgãos sexuais e era considerado pecado.
* Nos momentos a sós – geralmente no meio do mato, e não em casa, porque chave era artigo de luxo e não era possível fechar as portas aos olhares e ouvidos curiosos –, as mulheres levantavam as saias e os homens abaixavam as calças e ceroulas.
* Em 1566, é dicionarizada na França, pela primeira vez, a palavra erótico. Designava, então, “o que tiver relação com o amor ou proceder dele”. Na pintura, o humanismo colocava o homem no centro do mundo – e não mais Deus -, descobrindo -se os corpos e o nu.
* Ao desembarcar na então chamada Terra de Santa Cruz, os recém-chegados portugueses se impressionaram com a beleza de nossas índias: pardas, bem dispostas, “suas vergonhas tão nuas e com tanta inocência assim descobertas, que não havia nisso desvergonha alguma”.
* No início da colonização brasileira, as mulheres tinham de se enfear e os homens precisavam dormir de lado, nunca de costas, porque “a concentração de calor na região lombar” excitava os órgãos sexuais e era considerado pecado.
* Nos momentos a sós – geralmente no meio do mato, e não em casa, porque chave era artigo de luxo e não era possível fechar as portas aos olhares e ouvidos curiosos –, as mulheres levantavam as saias e os homens abaixavam as calças e ceroulas.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Filme: XXY
No youtube temos a possibilidade de assistir integralmente a um dos melhores filmes dos últimos tempos que aborda questões referentes à intersexualidade.
Bem dirigido, ótimos diálogos, linda fotografia e o assunto tratado com delicadeza e conscientização.
Curtam e comentam:
Sinopse:
Bem dirigido, ótimos diálogos, linda fotografia e o assunto tratado com delicadeza e conscientização.
Curtam e comentam:
Sinopse:
XXY é um filme argentino, escrito e dirigido por Lucía Puenzo, lançado em 2007. Conta a história de um adolescente intersexual que, devido a uma mutação (e não uma doença) genética apresenta características de ambos os sexos. Alex, interpretado pela atriz Inés Efron é um hermafrodita de aspecto quase andrógeno. Tal condição dificulta a definição de sua orientação sexual, até a adolescência pelo menos.
Para proteger o-a filho-a do preconceito e deixar para que ele-ela mesmo faça a opção sobre a sua sexualidade, para só depois ser submetido-a a tratamentos hormonais e/ou cirurgia, os pais o-a levam ainda criança para morar em uma vila no litoral da Patagônia, onde desenvolvem pesquisa biológicas e criam a menina-menino de forma livre. No entanto, o drama do enredo se dá quando um outro adolescente se apaixona por ela-ele, sem saber, a princípio, de sua situação especial. A família passa, então, a sofrer imensa pressão social. Um filme sobre amor e respeito.
Vídeo educativa sobre Parto Normal
Pessoal, encontrei este vídeo que mostra um Parto Normal.
Interessante trabalhar (pais/escola) para mostrarem o processo do nascimento de uma criança via normal.
Interessante trabalhar (pais/escola) para mostrarem o processo do nascimento de uma criança via normal.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Livros - O Livro do Amor Vol. 1 e 2
Regina Navarro Lins é carioca. Psicanalista, oferece terapia individual e de casais em seu consultório particular. Foi professora de Psicologia da PUC–Rio, apresentou um programa diário sobre relacionamento amoroso e sexual na
Rádio Cidade, do Rio de Janeiro, e colaborou para o Jornal do Brasil e o Jornal da Tarde. Atualmente, apresenta crônicas semanais na Rádio Metrópole, de Salvador, e é colunista do jornal O Dia. Em sua carreira, Regina realizou mais de duzentas palestras e workshops sobre amor, casamento e sexo. É autora de dez livros, entre eles A Cama na Varanda, publicado pela editora BestSeller.
O livro do amor: volume 1 – Da pré-história à renascença
Uma longa viagem no tempo revela-nos como as noções ocidentais sobre o amor, o desejo, a sexualidade e o casamento se alteraram profundamente da Pré-História até o século XVII. Distrações ou aflições para os gregos da Antiguidade Clássica, questões repudiadas pelos primeiros cristãos, assuntos do demônio e temas idealizados pelos trovadores na Idade Média, sujeitos a intensa repressão durante a Renascença, as reações de cada época às práticas amorosas deixam marcas profundas ainda em nossos dias.
O livro do amor: volume 2 – Do iluminismo à atualidade
No mesmo Século das Luzes em que se combate a escravidão das emoções, uma força oposta toma conta dos imaginários do Ocidente: o romantismo eleva o amor casto à finalidade mais nobre da vida. A repressão sexual, transfigurada em neurose e histeria, será matéria da investigação psicanalítica, e combatida pela contracultura do século XX. O advento da pílula, dos movimentos feministas e gays, e a revolução tecnológica abrem caminho para uma nova vivência amorosa. Do amor ideal ao sexo virtual, barreiras e modelos são derrubados numa história ainda em construção.
Se houve um período em que se ignorou a participação masculina na procriação, haveria outro em que a certeza da paternidade faria dos homens senhores absolutos, e das mulheres, criaturas submissas e cativas em seus próprios lares. Durante a Antiguidade Clássica, os gregos entendiam o amor como distração ou aflição imposta pelos deuses, e a relação entre dois homens como exercício de força e virtude. Na Idade Média surgia o cavalheirismo, a corte e a renúncia total ao corpo. Mas a repressão do desejo jamais se processa impunemente. Antes da revolução sexual promovida no século XX pelo surgimento da pílula, dos movimentos feminista e gay, milhares foram queimados em fogueiras pela associação do erotismo ao demônio. O namoro virtual na Era da internet tem suas correspondências com épocas anteriores.
O percurso humano é marcado por embates e repetições. Fraqueza ou força, virtude ou pecado, glória ou perdição, liberdade ou posse, dissociados entre si ou inseparáveis, vinculados ao casamento, à monogamia ou à infidelidade, o amor e o sexo têm sido exaltados e combatidos com violência. Mas o que lhes reservará o futuro?
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
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